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A Necessária inflexibilidade de princípios

Particularmente, penso ser, esta época, de suma importância para a melhoria do comportamento humano. É tempo de rever as verdadeiras definições do que chamamos de “valores” . Dentro desta linha de raciocínio, tenho defendido o quão é importante pensarmos no significado dos princípios, não só os inatos, mas, e principalmente, aqueles que vamos aprendendo no caminhar da vida.

Quem de nós, nos dias atuais, consegue jogar um papel na rua? Atirar uma latinha, de cerveja ou refrigerante, pela janela do carro? Fumar em qualquer lugar? Ficar indiferente ante uma injustiça a um idoso na rua ou diante de tantas outras situações que eram consideradas comuns no passado e que agora são repudiadas?

A isto dá-se o nome de princípios; eles são os nascedouros dos “valores”.

Neste contexto, precisamos rever e aprender, para que os valores se tornem cotidianos na convivência humana, a necessária inflexibilidade de princípios.

Temos que nos habituar a tratar com presteza e boa vontade as pessoas, a ser mais solidários, a ser melhores membros familiares, a ser mais profissionais, tudo por princípios. É exatamente neste momento que surgem os valores humanos.

O que significa chegar em casa cansado por mais um dia de trabalho duro e encontrar na mesa uma torrada queimada ou um leite frio, diante da boa vontade da pessoa que preparou ou, pelo menos, lembrou que chegaríamos ao fim de um dia com fome e, mesmo ela também cansada, preparou a torrada e o leite para nós? Será que não seria uma questão de princípios esquecermos os defeitos e lembrarmos mais das virtudes dos que nos cercam?

O que custa a alguém que ama dar um bom dia diferente e inesperado, surpreendendo quem o ouve?

O que custa secundarizar o smartphone e priorizar nossos ouvidos, olhos e o sentir, em prol de alguém que precisa de atenção?

O que custa dar a vez na fila? O que custa dar passagem no trânsito a alguém que está mais apressado ?

O que custa oferecer um café ou uma água a um colega durante o trabalho?

O que custa receber um panfleto publicitário em um sinal de trânsito?

O que custa abalizar bem as palavras que saem de nossa boca e podem machucar alguém?

O que custa aproveitar as pessoas, enquanto vivas, para dizer o que sentimos por elas?

Enfim, o que custa rever e aprender os princípios que podem mudar a nossa vida e a vida das pessoas?

Esse fim de ano pode ser diferente como nunca o foi. Você pode fazê-lo e vivê-lo de forma totalmente incomum, desde que aja também de forma incomum.

Aproveite e passe essa ideia a frente, plante essa semente, e, assim, talvez o aniversariante do dia 25 de dezembro tenha um dia como nunca o teve e você terá sido o responsável por isto.

Pense nisso e tenha um Natal cheio de alegria, paz, saúde e Deus.